Mercado Brasileiro de Consumo de Alto Padrão

Mercado Brasileiro de Consumo de Alto Padrão

A Inbrands atua no setor varejista de vestuário de alta qualidade do Brasil, com grande potencial de crescimento. Segundo os dados do IBGE, em 2010 o Brasil era o quinto maior país do mundo e o maior país latino-americano em termos de população, com aproximadamente 185,7 milhões de habitantes. Além disso, também segundo o IBGE, o PIB do Brasil cresceu 7,5% em 2010, ultrapassando a marca dos R$3,7 trilhões e fazendo do país a maior economia da América Latina. Em 2010, o Brasil respondia por 35% do PIB total da América Latina e era a sétima maior economia do mundo.

Desde 2003 o Brasil vem passando por um período de crescimento e de relativa estabilidade econômica, o que reduziu significativamente as taxas de juros e os índices de inflação. A taxa SELIC foi reduzida de 26,5% em fevereiro de 2003 para 11,75% em março de 2011, e a inflação mensurada pelo IPCA e publicada pelo IBGE caiu de 5,9% em 2008 para 4,3% em 2009, retornando a 5,9% em 2010. Entre janeiro de 2008 e dezembro de 2010, o real valorizou-se 6,3% em relação ao dólar americano, enquanto as reservas internacionais brasileiras aumentaram de US$187,5 bilhões para US$288,6 bilhões no mesmo período.

Segundo o IPEA, a taxa de desemprego das principais regiões metropolitanas do Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Porto Alegre) caiu de 10,2% em janeiro de 2005 para 6,1% em janeiro de 2011. Como consequência, a taxa de emprego informal decresceu de 45,9% em janeiro de 2005 para 41,7% em janeiro de 2009. Ainda de acordo com o IPEA, a desigualdade social diminuiu em todas as regiões do Brasil entre 2005 e 2009 e o salário mínimo real da população (já se levando em conta os efeitos da inflação, conforme mensurada pelo INPC) aumentou de R$351,69 por mês em janeiro de 2005 para R$542,92 por mês em janeiro de 2011.

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A Expansão dos Shopping Centers e do Varejo no Brasil

A sofisticação do setor varejista é atribuída ao aumento da renda dos consumidores das classes alta, média alta e média. Isso é evidenciado pelo maior número de shopping centers no Brasil. Segundo os dados da Associação Brasileira de Shopping Centers (ABRASCE), as vendas nos shoppings brasileiros cresceram 91,2% entre 2005 e 2010, de R$45,5 bilhões para R$87,0 bilhões. Durante o mesmo período, o número de shopping centers aumentou de 338 para 408, representando um crescimento de 20,7%.

Os shopping centers figuram entre os principais destinos de compras para consumidores urbanos no Brasil, já que concentram uma variedade de produtos voltados para interesses diversos, de forma conveniente e em um ambiente diferenciado. Além disso, os shopping centers oferecem segurança, facilidade de acesso, estacionamento e outros serviços muito valorizados pelos consumidores brasileiros. Consequentemente, o número de visitantes mensais aumentou significativamente, de 181 milhões em 2005 para 329 milhões em 2010.

A ABRASCE prevê que o número de shopping centers continuará a crescer, com a abertura de 25 novos shoppings em 2011 e 29 em 2012. Além disso, desde 2005 as vendas dos shopping centers vêm ultrapassando as vendas de varejo. A ABRASCE e a Raymond James da América Latina estimaram que até o fim de 2010 as vendas de shopping centers terão crescido a uma CAGR de 11,8% desde 2005, bem acima da CAGR de 6,9% obtida pelas vendas de varejo. No entanto, a penetração dos shopping centers brasileiros continua baixa (49 m2 de área bruta locável por 1.000 habitantes em 2010) se comparada à de outros países (1.290 m2 no Canadá e 2.180 m2 nos Estados Unidos).

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